"Jamais creia que os animais sofrem menos do que os humanos. A dor é a mesma para eles e para nós.Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos." (Dr. Louis J.Camuti)
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terça-feira, 8 de novembro de 2011

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Cinco motivos para você adotar um gato



1 - Ter gatos em casa faz bem para o coração. Estudos científicos sugerem que donos de gatos têm menor probabilidade de morrer de ataques do coração. A descoberta foi apresentada na American Stroke Association's (ASA). Um dos motivos que explicam este fenômeno está citado logo abaixo na 2ª razão para se ter um gato.

2 - Donos de gatos têm menos estresse. Contemplar a beleza de um gato ou acariciar estes animais é uma atividade relaxante. Uma terapia estimulante, barata e eficiente. 

3 - Gatos não dão muito trabalho. Embora os gatos domésticos dependam de seus donos para conseguir alimento, os gatos parecem independentes. Você não precisa levar para passear, dar banhos frequentes e outras exigências. Mas não esqueça de fazer carinho e de levar ao veterinário.

4 - Gatos são bons companheiros. Gatos normalmente não fazem a festa que os cães fazem quando seus donos chegam em casa. No entanto, costumam desenvolver fortes laços com alguém da casa. Sabem muito bem apreciar a companhia humana e são úteis no combate a depressão.

5 - Gatos precisam de você. Embora tenham características de animais independentes, neste momento milhares de gatos precisam da ajuda e da proteção humana. O abandono de animais é uma prática cruel e deve ser combatida com a castração e com adoção. Ajude a diminuir o sofrimento animal, adote agora um companheiro!


domingo, 23 de outubro de 2011

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Gatos pretos merecem nosso respeito e proteção !

A adoção de gatos pretos é sempre mais difícil, pois eles são sacrificados em rituais que se dizem religiosos, alguns de forma muito cruel e dolorosa.

Os gatos pretos são as vítimas preferenciais de pessoas doentes da alma que acreditam em rituais pseudo-religiosos. Por isso, fazemos um apelo: se você está doando um gato preto, redobre os cuidados.

- Quando alguém ligar para adotar, diga que o gato está esterilizado. Os gatos nessa situação não servem para muitos rituais.

- Deixe escapar que o gato tem alguma manchinha branca no corpo e veja a reação da pessoa. Se ela o quer para alguma "magia", ele também não servirá e ela desistirá da “adoção”.

- Vá até a casa do adotante e observe cuidadosamente tudo. Faça adotante assinar um contrato de adoção e diga que você faz questão de fazer visitas regulares no período de adaptação, que pode durar até três meses.

- Se possível, evite entregar o gato antes das sextas-feiras 13 ou 31 de outubro, Dia das Bruxas.

- Diante de qualquer dúvida, não doe.

Rituais de dor e horror
Pesquisando na internet vi algumas descrições de rituais terríveis feitos com “gatos pretos, sem nenhuma manchinha de outra cor”. Descrevo apenas um deles para mostrar o grau de crueldade a que estes animais estão expostos.

“Para se transformar num mago, você deve amarrar um gato preto e jogá-lo vivo dentro de uma panela de água fervente. Deixe-o cozinhar até que a pele descole totalmente dos ossos.”

Origens do mito
Encontrei um texto muito interessante sobre a origem dos mitos que rodeiam os gatos pretos. Para ver o texto original postado no Yahoo Respostas pela “Aquariana”, clique no link abaixo.

“A história de vida do gato preto é impressionante. Adorado por uns, sacrificado por outros, o gato preto sobreviveu a tudo apenas para reclamar o lugar que mais gosta de ocupar: um sítio quente, junto à janela.

As superstições acerca dos gatos nasceram desde cedo. Um dos primeiros povos a atribuir uma aura mística ao gato foram os egípcios que o idolatravam, tendo mesmo um Deus com a sua forma física, Bast. Em honra desta divindade, os egípcios mantinham gatos pretos em casa e davam-lhes honras reservadas a faraós, mumificando-os depois de mortos.

Mas foi na Idade Média que o gato viu a sua sorte mudar. Apesar de prestarem um importante serviço ao homem, caçando os ratos que eram considerados uma praga em todo o lado, a verdade é que havia uma legião de gatos vadios que faziam das cidades o seu território. A sobrepopulação terá sido o primeiro motivo pelo qual o gato deixou de cair em graça para passar a cair em desgraça.

A Idade Média ficou marcada pela superstição, bruxaria e febre religiosa. O gato, como animal independente e solitário, captou a atenção tanto de pagãos como cristãos.

No paganismo, o gato representa sabedoria e protecção, mas na magia negra, o gato preto macho personifica o diabo. No tarot, no baralho de Rider Waite , a Rainha de Paus é representada com um gato preto aos seus pés, significando energia instintiva, mas domesticada.

O gato é um animal que caça durante a noite e era na Idade Média acolhido por pessoas solitárias. Os gatos vadios eram os animais de estimação de mendigos e pobres, o que não abonou em relação à imagem do gato. Os olhos penetrantes que iluminam as noites contribuíram provavelmente para a catalogação do gato como espírito demoníaco. A cor preta era a cor das trevas e do mal, o que tornou os gatos desta pelagem os mais perseguidos pelos cristão e inquisidores. A sua associação às práticas pagãs, apenas provocou um maior distanciamento entre os cristãos e o gato. O facto de o gato ser muitas vezes sacrificado em rituais pagãos tornou-o num símbolo a combater.

Depressa começaram a surgir histórias que ligavam os gatos à bruxaria. Reza a lenda que por volta de 1560, em Linconshire, filho e pai foram assuntados por um gato preto que lhes cruzou à frente. O animal coxeava e tinha vários arranhões e dirigiu-se para a casa de uma mulher que os habitantes da região suspeitavam que fosse bruxa. No dia seguinte, a mulher apareceu com uma ligadura no braço e tinha passado a coxear. Outra história relatada conta que um agricultor cortou a orelha de um gato durante a noite. O homem acreditava que o gato estava a assombrar a sua propriedade. No dia seguinte, o agricultor regressou ao local apenas para encontrar parte da orelha de um humano. Na Alemanha, as histórias sobre a dualidade bruxa/gato preto são comuns. Uma mulher após ter sido acusada de bruxaria e condenada à fogueira, transformou-se em gato preto enquanto ardia. Foi assim que surgiu o mito de que as bruxas se transformam em gatos pretos durante a noite. É foi também desta forma que se encontrou justificação para perseguir estes animais.

Em paralelo com as lendas surgem também outros factos históricos que na altura serviam de base de sustentação a muitas superstições. O Rei Carlos I de Inglaterra tinha um gato preto de estimação. O monarca acreditava que o seu gato lhe trazia sorte. Coincidência ou não, o gato morreu um dia antes de o Carlos I ter sido preso por Oliver Crommwell. O monarca foi acusado de traição e mais tarde decapitado.

Surpreendentemente, o gato preto sobreviveu a décadas, se não séculos de perseguição. A sua pelagem negra, pela qual era perseguido, era também uma vantagem quando caçava à noite, fundindo-se com a escuridão. Nestes tempos, não faltava alimento para os gatos, uma vez que os ratos abundavam pelas cidades e campos.

Pela altura do Renascimento, a Igreja Católica tinha já abrandado a caça aos hereges. Esta foi uma boa notícia para o gato por duas razões: por um lado os cristãos tinham conseguido reduzir a prática do sacrifício de animais, e em particular dos gatos com pelagem preta e por outro, deixaram de ser perseguidos pelos próprios cristãos.

Mas da Idade Média resistiram as superstições profundamente enraizadas na cultura popular. Apesar de em Portugal ser mais comum associar o gato preto a um mau presságio, são várias as superstições que lhe são favoráveis noutros países.

Superstições Comuns

Na Escócia - Um gato preto no alpendre traz prosperidade.

Na Itália - Ouvir um gato preto a espirrar traz boa sorte.

Se um gato preto se deita na cama de uma pessoa doente, significa que a morte dessa pessoa está perto.

Nos Estados Unidos - O gato preto que cruza o nosso caminho traz má sorte

Na Irlanda - O gato preto que cruza o caminho de alguém durante noites de luar, é prenúncio de epidemia.

domingo, 7 de agosto de 2011

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Cuidados com seu pet durante o inverno!

1. Roupinhas pra aquecer:
O uso de roupinhas ainda divide muita gente, alguns acreditam ser algo supérfulo outros usam com frequencia. Em alguns casos realmente o uso de roupinhas se torna supérfulo, como no verão, por exemplo, porém em épocas onde as temperaturas são baixas, as roupinhas podem ser grandes aliadas para darmos conforto e bem -estar aos nossos amigos, protegendo-os das baixas temperaturas.
Procure roupinhas que aqueçam o animal porém que dêem conforto ao bichinho.
Os cães de pelos curtos são os que mais sentem no frio. Gatos, cães de porte grande, ou outras espécies de pets, podem não aceitar o uso de roupinhas, nesses casos, outras formas de mantê-los aquecidos devem ser procuradas. Colocar a casinha ou gaiola em local longe de corrente de ar ajuda bastante. Para os répteis lampadas UVB, ou pedras termicas ajudam bastante no conforto térmico desses animais.
                                                                          

2. Banho no frio?

pesar das baixas temperaturas, os banhos podem ser mantidos, porém com alguns cuidados. Use agua morna no banho e sempre seque com secador o animal. Logo após o banho não recomenda-se que o animal vá imediatamente a rua, pois ele estará quente por conta da agua e secador e a temperatura externa muito baixa, o que favorece o choque térmico.
Para os que precisam de tosas, você pode manter a pelagem mais alta durante a estação de frio, pois os pelos ajudam no conforto térmico. E para manter a higiene, escove diariamente, assim você evita a formação de nós na pelagem, e ajuda a retirar sujidades dos pelos.

3. Passeios e brincadeiras:
A hora da distração e lazer do animal devem ser mantidas, porém procure levá-lo a rua nos periodos mais quentes do dia (10:00 as 16:00).
Para regiões muito frias, com possibilidade de neve e geadas, o uso do sapatinho também pode ajudar a proteger os coxins (pantufas) das patinhas, das queimaduras provocadas pelo frio.
4. Doenças de Inverno:
No inverno algumas patologias se tornam mais comuns como as gripes e resfriados. A Gripe canina, é uma doença transmitida através do contato com outros animais, apesar de existir tratamento, também contamos com vacinas disponíveis para a prevenção. Consulte o veterinário e atualize todas as vacinas.
Além das doenças respiratórias, artrites e artroses tendem a causar um maior desconforto e dor aos animais nessa época fria. Se o seu animalzinho possui alguma dessas doenças, é sempre bom passar por uma revisão no veterinário, para avaliar o quadro e se há necessidade de novos medicamentos e terapeutica para trazer um pouco mais de conforto pro animal, durante o inverno.

Agora você já pode curtir o clima gostoso dessa 
estação ao lado do seu pet com responsabilidade!!!
fonte: Conteúdo Animal

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

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Animais domésticos: fumantes passivos

Fumo passivo é a inalação da fumaça expelida por um fumante. Infelizmente, animais também se tornam vítimas dos fumantes ativos, podendo adquirir os mesmos malefícios e riscos para a saúde.
“O ar poluído pela fumaça do cigarro tem três vezes mais nicotina, monóxido de carbono e até cinquenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça tragada pelo fumante ativo. Por conta desse veneno, os fumantes passivos ocupam o terceiro lugar na lista de mortes evitáveis da OMS, atrás do consumo excessivo de álcool.
As crianças são as maiores vítimas – porque sofrem com os efeitos do cigarro antes mesmo de nascer. De todos os fumantes passivos, setecentos milhões são crianças. Isso corresponde à metade das crianças do mundo” afirma Dr. Joaquim Rodrigues, pneumologista pediátrico e coordenador do Centro de Doenças Respiratórias da Pediatria do Hospital Albert Einstein.(http://www.einstein.br/espaco-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/fumantes-passivos.aspx)
Em relação aos animais, ainda não se sabe o número de vítimas. O que se sabe é que a inalação por animais dessa fumaça é mais profunda, causando maiores danos a eles, já que suas vias respiratórias são diferentes das humanas. Doenças que podem ser causadas: câncer de pulmão, câncer nasal, câncer de bexiga, asma, bronquite, câncer de pele, problemas de pele (já que a fumaça também fica impregnada no pelo do animal, sendo gatos as maiores vítimas – pois se lambem), problemas de audição, problemas cardíacos, rinite, alergias, sinusite, enfisema pulmonar.
Apenas 15% da fumaça do cigarro é inalada pelo fumante. O restante é disperso no ar, expondo animais e quem estiver ao redor a mais de quatrocentas toxinas. Essa fumaça tem mais de cinquenta substâncias causadoras de câncer, assim como monóxido de carbono. Segundo o site petplace.com,  as  raças de cães de focinho alongado correm mais o risco de desenvolver câncer nasal, enquanto animais com focinho curto (gatos também) têm mais risco de desenvolver câncer de pulmão.
Já em 2007, a Revista Saúde alertava para esse perigo:
Animal pode ser fumante passivo (por Maria Fernanda Ziegler. Revista Saúde – junho 2007)
Fumaça sob o mesmo teto. Seu animal virou amigo, é companheiro para o que der e vier, mas mantenha-o bem longe do cigarro.
Parar de fumar não está nos seus planos imediatos? Pena. Por você e por todos ao seu redor, incluindo o animal que mora na sua casa. Ele também é vítima das baforadas. Tem gente que nunca parou para pensar, mas o animal  que convive com cigarro do tutor* é um fumante passivo. E sofre com isso. “Cães e gatos ficam sujeitos a rinites, outras irritações nasais e até câncer”, alerta a professora Maria Lúcia Dagli, do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo. Você já deve ter ouvido infinitas vezes, mas não custa repetir: o tabaco contém dezenas de substâncias cancerígenas e milhares de outras toxinas.
Quem está por perto, animais incluídos, acaba inalando cerca de 85% desse mix venenoso expelido na fumaça (no complemento, outros riscos do fumo específicos para os felinos). Alguns trabalhos realizados mundo afora comprovam os efeitos nefastos em animais. No Brasil ganha destaque o estudo do veterinário Marcello Roza. Em sua dissertação para a Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, a UnB, ele relata as conclusões de uma pesquisa feita com 30 cães da raça yorkshire. Quinze deles tinham tutor fumante. E todos os integrantes desse grupo, sem exceção, apresentaram algum tipo de estrago no sistema respiratório por causa da exposição constante à nicotina, ao alcatrão e companhia.
A encrenca mais comum atende pelo nome de antracose, lesão provocada por partículas de poluentes que se instalam nos pulmões, formando pigmentos negros. O agravamento do quadro pode levar ao câncer pulmonar. E a ameaça cresce se a raça do cachorro for dotada de focinho curto, que não filtra o ar tão bem. Já para os cães que têm essa parte mais alongada, o perigo é um tumor nos seios nasais. “Como o tempo de vida do bicho é breve, a doença se desenvolve mais rapidamente nele”, lembra o veterinário.
As raças mais prejudicadas pelo fumo passivo são as de pequeno porte. É que esses animais tendem a ser mais caseiros e, portanto, ficam mais próximos do tutor e da fumaça do tutor. Não é justo com o pobre animal. Então, se você ainda não se convenceu de que o melhor mesmo é abandonar o vício e por todos os motivos que já está cansado de saber, pelo menos trate de apagar o cigarro quando seu fiel escudeiro estiver por perto.
Portanto, senão pela sua própria saúde, mas pela daquele que o ama tanto:
Por amor, pare de fumar!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

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Viajando com seu Pet

Férias podem ser relaxante e divertida para alguns pets mas também pode ser que ele não aproveite tanto como nós. Se você esta pensando em viajar com seu pet, considere algumas coisas importantes:

• As vacinas devem estar em dia.
• Ter identificação é muito importante no caso dele (a) se perder. As tags (placas de identiificação) devem constar nome, telefone e endereço.
• Se seu pet está tomando alguma medicação, leve o suficiente para não faltar.
• Leve sempre coleira extra, guia, litter (no caso de gatos), comida e água.
• Não esqueça os brinquedos e, se possível, a cama onde dorme. Assim ele (a) se sentirá familiar no hotel ou camping.
• Traga sacolas plásticas para recolher a sujeira que ele(a) fizer.
• É muito importante ele(a) estar usando remédio preventivo contra dirofilariose (verme do coração) e pulgas.

Se o seu pet está acostumado a só ficar em casa, você deve prepará-lo para andar de carro. Dirija distancias curtas e vá aumentando a cada dia assim seu cão ou gato irá se acostumando. Existe no mercado vários remédios que podem ajudá-lo em caso de vomito, leve sempre algo com você. Gatos normalmente não tem problema em relação a viagens de carro.
Os proprietários devem sempre usar o cinto próprio para cães ou caixa de transporte. Levar cães de qualquer tamanho solto dentro do carro pode ser perigoso, o motorista pode se distrair e provocar acidentes. Cães que viajam na frente podem ser esmagados pelo airbag e podem morrer ou sofrerem ferimentos sérios.
Se você viaja com seu gato mantenha-o sempre dentro das caixas de transporte. Normalmente gatos não toleram andar de carro e quando estão dentro das caixas de transportes se sentem mais confortáveis além de mais seguro.
Quando você parar o carro nas áreas de descanso sempre tire seu cão do carro com a coleira e com a guia. Não esqueça de limpar a sujeira antes de ir embora. Nunca deixe seu gato livre nessas áreas de descanso. Se você precisar tira-lo da caixa mantenha-o sempre na coleira. Gatos costumam correr e ficará muito difícil pegá-los. Além disso eles podem correr o risco de serem atropelados.
Quando você for viajar com eles de avião é muito importante planejar bem a viagem e verificar com a companhia aérea quais são os procedimentos. Se for viajar fora do pais onde reside verifique junto aos consulados quais são os procedimentos corretos. Esses procedimentos mudam de pais para pais.
Tenham uma boa viagem , aproveitem e não esqueçam de planejar tudo com muito cuidado antes de levar seu pet com você. E, se você deixar o seu pet para atrás não esqueça que ele é um membro da sua família por isso, deixe-o sempre com alguém responsável ou em algum hotel com boas referencias.


Fonte: Lucia Helena Salvetti De Cicco



quarta-feira, 16 de junho de 2010

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O QUE OS GATOS FAZEM POR NÓS...

ღ Esquentam nosso colo e nos dão alguém para falar.

ღ Ajudam a baixar a pressão.
ღ Criam um elo entre você e as outras pessoas que têm gatos.
ღ Transformam objetos comuns em brinquedos.
ღ Nos fazem mais atentas aos pássaros.
ღ Funcionam como alarme.
ღ Exibem acrobacias para você.
ღ Contribuem para tornar sua vida mais longa.
ღ Enfeitam o peitoril da janela.
ღ Mantém os ratos longe.
ღ Nos fazem sorrir.
ღ Inspiram os poetas e escritores.
ღ Nos ensinam a ter os pés no chão.
ღ Nos fazem deixar nossos desejos em segundo plano em prol de alguém.
ღ Aquecem nossas casas e nossos corações.
ღ Nos lembram de como a vida é misteriosa.
ღ Compartilham conosco o seu ronronar.
ღ Nos instruem na arte de se espreguiçar.
ღ Mostram-nos como levantar a poeira e dar a volta por cima.
ღ Fazem com que até nosso sofá velho pareça bonito.
ღ Abrem nossos corações.
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