"Jamais creia que os animais sofrem menos do que os humanos. A dor é a mesma para eles e para nós.Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos." (Dr. Louis J.Camuti)
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

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CUIDADOS COM O CACHORRO NO VERÃO



Com a chegada do calor as pessoas se sentem mais dispostas para passear e se exercitar. Muitos donos de cães aproveitam para exercitar junto os seus peludos, e é bom pensar em alguns cuidados importantes.Ter água disponível, por exemplo.
Quando nós fazemos exercícios, ou quando está muito calor, precisamos ingerir uma quantidade considerável de água para nos mantermos saudáveis, e com os cães não é diferente. Lembre-se que, inclusive, os nossos amigões não suam pela pele para manter a temperatura ideal do corpo. Quando eles estão com muito calor uma água fresquinha é de grande ajuda.


Além de manter á água limpa e fresquinha para o seu amigão, existem outras dicas muito importantes para que ele se mantenha saudável, especialmente nas épocas de calor:

Nunca deixe o seu cachorro sozinho no carro - a temperatura dentro de um automóvel sobe rapidamente e a variação na temperatura do ar pode comprometer seriamente a saúde do seu peludo. É importante lembrar que enquanto nós temos mecanismos extras para mantermos a temperatura do nosso corpo estável, como por exemplo suando pela pele, os nossos amigos peludos não possuem o mesmo artifício. Os cães fazem troca de calor pela respiração e precisam trocar o ar quente de “dentro deles” pelo ar frio. Por isso é tão importante que o seu amigo esteja sempre em um local bem ventilado. Uma pequena abertura no vidro do carro não é suficiente para a temperatura interna do veículo se manter adequada.




Nunca deixe o seu cachorro preso no sol – o princípio é o mesmo do erro que é manter um cachorro dentro do carro durante um dia quente. Neste caso o cão exposto ao sol precisa realizar um esforço muito maior para poder diminuir a temperatura do corpo, do que estivesse deitadinho em uma sombra gostosa.

Cuidado com o calor nas patas – O pessoal que gosta de caminhar pelas calçadas e ruas, fazendo jogging ou caminhadas, não deve se esquecer que o cão não usa tênis, e o calor do chão pode queimar seriamente as patas dele. E mesmo que você esteja caminhando por lugares sob a sombra, tenha cuidado com terrenos muito acidentados, principalmente se o seu peludo costuma viver em um piso liso, pois é provável que a patinha dele seja muito mais fininha do que a gente imagina.

Pele muito branca – Outro cuidado especial é necessário para donos de peludos que possuem a pelagem branquinha e a pele muito rosa. Tal como nós os caninos também estão expostos aos efeitos nocivos dos raios solares. Em caso de dúvidas, converse com o seu veterinário para saber se é preciso usar algum tipo de proteção solar, especialmente em áreas como focinho, orelhas, e patas.



E aproveitando a visita ao veterinário, converse com ele sobre dois problemas que são mais comuns do que a gente pensa e que podem não só afetar a qualidade de vida do seu bicho, como pode levá-lo até a morte. Os possíveis danos causados nas articulações do seu cão (principalmente em filhotes, cães idosos, ou cães com displasia) quando não obedecemos os limites naturais de resistência do bicho. Não exceda a quantidade diária de exercícios recomendada pelo veterinário, e evite deixar o seu cão trotando ou correndo em pisos muito duros (asfalto ou concreto), e também em pisos muito irregulares.


Torção gástrica - Nunca leve o seu cão para se exercitar vigorosamente depois de se alimentar ou depois de beber muita água. A torção gástrica normalmente acontece quando o estômago do nosso cão está cheio, propiciando que o órgão se torne um pêndulo, girando e torcendo sobre si mesmo. Também não deixe o seu cão beber muito ou comer logo após voltar de uma seção de “academia na praça”, principalmente se ele estiver ofegante.

Lembre-se sempre que o seu cão é tão indefeso quanto uma criança de colo. Ele não tem como se expressar verbalmente e avisar que está cansado, tem sede, está com calor, ou se sentindo mal. É preciso que estejamos atentos aos nossos amigões para entendermos o que eles querem nos dizer, porque às vezes os sinais são sutis. Em caso de dúvidas, a pessoa mais indicada e mais informada para lhe ajudar a cuidar bem do peludão é o seu veterinário de confiança. Não hesite em perguntar a ele, nem de pedir ajuda se for preciso.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

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Não compre, Adote!

Adote um Cachorro de Rua

    O Natal vem chegando e muitas pessoas pedem um cachorrinho de presente, principalmente as crianças.

Minha recomendação é de que...
a decisão de dar um cachorro seja sempre muito bem pensada e, de preferência, que nunca seja uma surpresa para o presenteado, já que estamos falando de um ser vivo e não de um par de sapatos que pode ser trocado na loja.
Pense do fundo do seu coração nas vantagens em adotar um cachorrinho, ao invés de comprar.
Muitas pessoas acreditam que só um cão de raça pura e com pedigree será capaz de se ajustar à sua família. Nesta mesma linha, muitos acreditam que só um filhote poderá fazer parte da matilha humana sem problemas de adaptação e que será mais dedicado e amoroso do que um cachorro adulto.
Felizmente essa não é a verdade! Cachorro adotado, seja em instituições que abrigam cachorros de rua, ou mesmo um vira-latinha recolhido quando se menos espera, pode vir a ser o melhor cachorro, o mais companheiro, o mais inteligente e dedicado que uma pessoa já sonhou na vida.


 Cachorros adotados parecem ter um sentido especial de gratidão com quem os abriga.
 Possuem uma enorme generosidade em esquecer e perdoar os maus-tratos que sofreram.
 Costumam se adaptar mais facilmente a um novo ambiente e a novos animais de estimação.
 São apegados e sinceros. Ótimos companheiros em qualquer idade.

Adote um Cachorro Vira-Lata

Eles vão precisar de um período para se adaptar? É claro que vão, mas os filhotes de raça também precisam, e saber que você abrigou uma vida que estava em sofrimento não tem preço.

Agora voltando ao presente de natal: procure se certificar de que a pessoa a ser presenteada quer mesmo um cachorro e se seria melhor um filhote ou um cão adulto. Muitas vezes um peludo mais maduro pode facilitar bastante a vida de quem não tem muito tempo para ensinar xixi e cocô no lugar certo, quer um cachorro mais tranqüilo e com menos energia, ou quer fugir daquelas encrencas típicas dos filhotes que querem explorar o mundo.
Nunca dê um cachorro para uma criança sem ter certeza de que os pais não só aprovam como também vão curtir muito o novo membro da família. Não tem jeito, por mais que os filhotes humanos prometam que vão cuidar e limpar a sujeira do peludinho, a verdade é que sempre sobra para os pais.
E claro, você também pode se dar esse presente! ;D



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

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Como Escovar os Dentes Pode Melhorar o Comportamento do Seu Cachorro?

Logo que comecei a fazer Med. Veterinária, tive o interesse pela área odontológica. Não sei explicar ao certo, mas me encantei, e muito provavelmente será minha área de especialização mais tarde. Então, deixo essa super dica para vocês! Aproveitem ;D




Talvez você ainda não saiba, mas a saúde dos dentes do seu peludo é muito importante e pode garantir muitos anos de vida a mais para ele, além de tornar o convívio entre vocês mais agradável.

- Quantos dentes o cachorro tem?

Os filhotes possuem 28 dentinhos de leite. Isso mesmo, os filhotes possuem dentes de leite que começam a cair por volta dos 3 meses e meio de idade. Logo em seguida começam a aparecer os dentes definitivos que na maioria das raças são 42. O cães costumam estar de “dentadura” totalmente nova, ou seja com os dentes definitivos totalmente posicionados por volta dos 7 meses de idade.


- Você sabia que dentes limpos garantem mais anos de vida para o seu bichão?

A falta de escovação da boca do seu peludo causa mais do que o famoso bafo-de-onça, ela ajuda na proliferação de bactérias que criam as placas bacterianas, o acúmulo de tártaro (uma crosta amarelo-amarronzada que aparece principalmente nos dentes caninos e molares dos cães), e mais do que isso, podem provocar doenças em outros órgãos do corpo do nossos peludos, como infecções no coração, doenças no fígado e nos rins.
Tal como nós, nossos peludos podem desenvolver doenças na boca, pela falta da escovação e pela falta de tratamento em um veterinário. Algumas destas doenças são:
Gengivite: inflamação das gengivas que pode se transformar em periodontite. Os sintomas da gengivite são sangramentos e vermelhidão da gengiva, desconforto e dor, além de dificuldade em mastigar.
Periodontite: mais séria do que a gengivite, a periodontite é uma infecção que pode se espalhar pelos tecidos e pelos ossos em que as raízes dos dentes se prendem. O comprometimento destes ossos pode levar a perda dos dentes e é irreversível.
- E que o tártaro acumulado nos dentes dos cães podem causar infecções que podem levar a morte?

Uma boca doente não se resume apenas a um bafinho ruim de doer, nem mesmo se resume apenas a boca do seu cão. O coração, o fígado, os rins, o trato intestinal e até as articulações de nossos amigões podem ser afetados. O tártaro e a infecção da boca contém várias bactérias que podem se espalhar e se desenvolver em outras partes do corpo. Somente o cuidado regular dos dentes do seu bichão e visitas periódicas ao veterinário podem prevenir problemas mais sérios.

- Você sabia que não se pode usar pasta de dentes de humanos em cães?

É preciso lembrar que o cão não tem como enxaguar a boca e cuspir a pasta de dente, como a gente faz. O flúor contido na nossa pasta de dente faz mal se for engolido, e os componentes da pasta de dentes humana (como alguns detergentes, por exemplo) podem causar irritações no estomago dos nossos cães.

- A escova de dentes também precisa ser especial.

Os cães têm a gengiva bastante delicada e sensível. Usar uma escova de dentes inadequada pode machucá-los, causando desconforto e dor. O ideal é usar uma escova apropriada, ou uma “dedeira” que é uma escova de borracha que você coloca no dedo e massageia e escova os dentes do seu peludo com a maior facilidade.



- Mas qual é a melhor idade para começar a escovar os dentes do cão?

De acordo com a American Veterinary Dental Society (AVDS) 80% dos cães com 3 anos de idade possuem alguma doença oral. Quanto mais cedo você começar a ensinar o seu filhote a deixar escovar os dentes, melhor.

Ao ensinar o seu filhote a relaxar e deixar ter seus dentes escovados e a gengiva massageada, você estará contribuindo para que ele tenha uma vida mais saudável, mas também estará desenvolvendo um importante trabalhado na educação e na relação entre vocês dois. Relaxar e deixar o dono “esfregar” a boca é um sinal de confiança e de submissão (no bom sentido) por parte do filhote. Este ritual ajuda a você manter o seu papel de líder, e se for executado de forma correta, diminui as chances do seu peludo se tornar agressivo e fora do controle sempre que tiver que ser examinado, contido, ou manipulado.




- E como acostumar o cão a deixar ter seus dentes escovados?
    1. Escolha um local calmo, sem distrações e em um horário que seja tranqüilo para você e para o peludão. Nada de querer fazer as coisas com pressa.
    2. Deixe o cão se acostumar aos poucos com esta estória nova. Durante os 3 primeiros dias apenas ofereça um pouquinho da pasta de dentes no dedo e deixe o peludo lamber a vontade. Aproveite para fazer um cafuné no bichão.
    3. Nos próximos 5 dias coloque um pouquinho da pasta no seu dedo, acomode o bichão no seu colo, ou na posição preferida dele para receber carinhos, e massageie o seu dedo na gengiva dele por uns 5 segundos. Não use a dedeira ainda, nem é preciso "escovar” toda a boca.
    4. Comece massageando apenas os dentes da frente ou uma das laterais da boca. Observe o ponto que o seu cão fica mais relutante em deixar escovar e a cada dia dedique um segundo a mais justamente neste ponto. Termine a massagem da gengiva sempre no ponto da boca que ele fica mais relaxado. Ao final desta breve seção faça bastante carinho e ofereça um pouquinho de água para nosso amigão.
    5. É hora de introduzir a dedeira de borracha. Repita o programa de 5 dias como foi descrito no item 3, desta vez usando a dedeira.
    6. Você já está trabalhando a 13 dias neste intensivão e já deve ter conquistado alguns progressos. Se o seu peludo já aceita bem a escovação, vá em frente e trabalhe a boca toda, pelo menos 2 vezes por semana. Se vocês ainda precisam de algum tempo para se adaptar ao ritual da escovação, procure dividir a tarefa em duas etapas. Escove uma metade da boca primeiro, e então libere o peludo para brincar ou fazer qualquer outra coisa. Em uma outra hora do dia que vocês estejam relaxados novamente aproveite para escovar a metade que ficou faltando. Mantenha este esquema até o seu peludo começar a aceitar a escovação com naturalidade.
    7. Enquanto o seu peludo estiver se acostumando a ter os dentes escovados, tenha o cuidado de parar a sessão antes dele ficar irritado e irrequieto. Se ele desconfiar que dando chilique vai se livrar da escova de dentes, vai ficar cada dia mais difícil de tratar da boca do bichão. 
    8. Escove sempre de uma maneira bem gentil e sem fazer força contra a gengiva de seu peludão.
    9. Faça movimentos circulares lentos e certifique-se de massagear a linha da gengiva, além da parede dos dentes.
    10. Certifique-se de escovar os dentes do fundo da boca e os caninos, pois é neles que as placas se formam mais freqüentemente. Também não se preocupe em escovar os dentes pelo lado de dentro da boca do bichão, pois as placas e o tártaro normalmente se aderem na face externa dos dentes.
    11. Use uma porção pequena da pasta de dentes para cada lado da boca o seu bichão
    12. Sempre termine cada sessão fazendo um belo carinho no seu peludo.
    13. Escove os dentes do peludão pelo menos 2 vezes por semana.

- E quais são os benefícios para o comportamento do cão?

Como a gente já disse antes, um cachorrinho que é ensinado a ser manipulado e examinado desde pequeno tem muito menos chances de desenvolver sinais de agressividade por dominância contra seu próprio dono.

Ao começarmos a educar um filhote com apenas 60 dias de vida é fisicamente muito mais fácil de segurá-lo na posição correta e de controlar qualquer tentativa de não se deixar submeter. Com calma e firmeza, ao escovarmos os dentes do peludo, estamos passando uma mensagem para ele de que somos fisicamente mais fortes (em que se tratando de certas raças deixará de ser verdade em muito pouco tempo, mas o peludo nunca vai saber disso), que somos “autoritários” como os bons líderes devem ser, mas que também somos confiáveis, pois não iremos machucar o nosso amigão.

Se o seu cão se tornar realmente difícil para escovar os dentes, mesmo seguindo todas as nossas orientações, é provável que você precise de um profissional para lhe ajudar a avaliar os possíveis desdobramentos deste comportamento no futuro, e aproveitar para traçar um plano para evitar que o cão se torne fonte de medo, intimidação, ou tristeza para a família.

Ao deixar ter seus dentes escovados, o filhote, ou mesmo um cão adulto, vai se tornando cada vez mais relaxado quando precisar ser manipulado pelo veterinário, ou pelo tosador, sem falar pelo próprio dono. Ficar calmo, sem se debater, com confiança nas pessoas que estão fazendo a limpeza de seus dentes, facilita muito a vida do peludo e de todo mundo também.

A relação homem / cão fica mais saudável, mais harmoniosa, mais amiga, mais parceira, mais confiável.

- Uma observação:

A escovação regular com a pasta de dentes previne a formação das placas bacterianas e do tártaro, mas se o seu peludo já está com os dentes muito sujos, leve-o para uma consulta com o seu veterinário de confiança para avaliar a necessidade de fazer uma remoção profunda. Depende de cada cão, mas normalmente seu amigão poderá precisar de uma limpeza profissional a cada 3 anos.

Consulte sempre o seu veterinário de confiança e siga à risca os conselhos dele. É importante evitar uma limpeza de tártaro prevenindo o problema, mas não fingindo que ele não existe.

Escovar os dentes é saúde,
educação e amor para com o seu peludo!

domingo, 23 de outubro de 2011

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Carta aos donos dos cães acorrentados

Se os cães pudessem falar, certamente pediriam para seus tutores não acorrentá-los...

” Querido dono, 

Consegui que escrevessem esta carta por mim. Nem sabes a alegria que sinto por poder comunicar contigo. Todos os dias, desde aquele dia longínquo em que me colocaste a corrente no pescoço e me prendeste neste espaço, eu sonho que me vens visitar e fazer festinhas como me fazias quando eu era um bébé. Eu sonho que vens conversar comigo, não entendo muito bem o que me dizes, mas nem imaginas como adoro ouvir o som da tua voz!

Eu sei que fiz algo de errado, senão certamente não me terias colocado aqui. Desculpa! Não quero ser exigente, mas começa a doer ter esta corrente atada ao meu pescoço. Às vezes tenho o pescoço dormente, e outras vezes tenho muita comichão e nem consigo coçar! Sinto o seu peso todos os dias, o peso da solidão que me prende.

Tenho vontade de esticar as pernas e correr e como eu gostava de poder fazer isso contigo. Adorava que me atirasses umas bolas, aí eu podia mostrar-te como sou rápido a correr e como tas trazia rapidamente. Gostava de poder ver o que tu vês, o mundo lá fora é muito grande? E existem outros como eu?

Ás vezes tenho sede e alguma fome, mas eu aguento em silêncio porque sei que assim que podes vens cá dar-me comida e água, sei que fazes o que podes, eu não quero incomodar, mas sabes, por vezes gostava de ter um pouco da tua companhia.

Sei que talvez alguém te tenha dito que eu não tenho sentimentos, mas olha que é mentira! Nem imaginas quanta alegria sinto quando alguém me toca ou se dirige a mim. Nem sabes quanta tristeza e solidão pesa em mim nas longas horas que não vejo ninguém. Nem sabes o medo que por vezes sinto no Inverno aqui sozinho, e tenho tanta vontade de estar perto de ti.

No outro dia passaram aqui umas pessoas estranhas e puseram-se a olhar cá para dentro e a apontar para mim, riam e atiravam umas pedras na minha direcção. Queriam vir fazer-te mal. Acertaram-me com uma na pata e ontem não consegui levantar-me , mas eu afugentei-as logo com o meu ladrar. Eu não quero que ninguém te venha fazer mal…e não quero que te zangues comigo, eu prometo fazer melhor por ti.

Eu sou o teu amigo mais fiel, nunca te irei trair, não guardo rancor, e não tiro nunca o lugar de ninguém, será que tens mais amigos assim no teu mundo? Só queria um pouco mais da tua atenção e amor, uma cama quente no inverno, um local fresco no verão e o teu cheiro a entrar-me nas narinas todos os dias, seguido de um sorriso e uma festa no meu velho lombo.

Eu sei que um dia tu irás chegar aqui e tirar a corrente, e dar-me tudo isto, até lá eu fico quieto á espera. Só não demores muito meu dono, porque estou a ficar velho e começo a ver e ouvir mal. Faltam-me forças e não quero ir, sem viver um pouco contigo.

Do teu cão”
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UM BRINQUEDO PARA CADA FASE DA VIDA DO SEU CÃO

Brinquedos Adequados para Cada Idade do Cachorro

Brinquedos são sempre bons para os cachorros, mas se você souber exatamente quais são os mais indicados para cada fase de amadurecimento emocional do seu peludo, ele vai aproveitar muito mais e você vai poder se planejar para comprar o melhor presente para seu amigão!


Os filhotinhos de cerca de dois meses precisam de brinquedos que ajudam a dar conforto e segurança e também estimulam os sentidos e a coordenação motora.Filhotes de 2 a 3 meses precisam daqueles com texturas diferentes, que não façam barulho muito alto e que possuam o nível certo de resistência para aguentar as pequenas mandíbulas mordedoras. Os peludos de 4 a 8 meses precisam de desafios. É hora de usar brinquedos recheáveis aumentando o nível de dificuldade em conseguir os petiscos. Tornar os quebra-cabeças mais complexos ajudam a manter um filhote teimoso focado. Os adolescentes até 14 meses podem começar a desfrutar de brinquedos e atividades que estimulem mais a parte física, mas ainda é preciso moderação. Os jovens adultos já estão liberados para atividades mais intensas e vão gostar bastante de tudo que envolva seu dono na brincadeira. E os vovôs e vovós começam tudo de novo, com brinquedos macios, fofinhos e que tragam boas lembranças da infância.



domingo, 7 de agosto de 2011

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Cuidados com seu pet durante o inverno!

1. Roupinhas pra aquecer:
O uso de roupinhas ainda divide muita gente, alguns acreditam ser algo supérfulo outros usam com frequencia. Em alguns casos realmente o uso de roupinhas se torna supérfulo, como no verão, por exemplo, porém em épocas onde as temperaturas são baixas, as roupinhas podem ser grandes aliadas para darmos conforto e bem -estar aos nossos amigos, protegendo-os das baixas temperaturas.
Procure roupinhas que aqueçam o animal porém que dêem conforto ao bichinho.
Os cães de pelos curtos são os que mais sentem no frio. Gatos, cães de porte grande, ou outras espécies de pets, podem não aceitar o uso de roupinhas, nesses casos, outras formas de mantê-los aquecidos devem ser procuradas. Colocar a casinha ou gaiola em local longe de corrente de ar ajuda bastante. Para os répteis lampadas UVB, ou pedras termicas ajudam bastante no conforto térmico desses animais.
                                                                          

2. Banho no frio?

pesar das baixas temperaturas, os banhos podem ser mantidos, porém com alguns cuidados. Use agua morna no banho e sempre seque com secador o animal. Logo após o banho não recomenda-se que o animal vá imediatamente a rua, pois ele estará quente por conta da agua e secador e a temperatura externa muito baixa, o que favorece o choque térmico.
Para os que precisam de tosas, você pode manter a pelagem mais alta durante a estação de frio, pois os pelos ajudam no conforto térmico. E para manter a higiene, escove diariamente, assim você evita a formação de nós na pelagem, e ajuda a retirar sujidades dos pelos.

3. Passeios e brincadeiras:
A hora da distração e lazer do animal devem ser mantidas, porém procure levá-lo a rua nos periodos mais quentes do dia (10:00 as 16:00).
Para regiões muito frias, com possibilidade de neve e geadas, o uso do sapatinho também pode ajudar a proteger os coxins (pantufas) das patinhas, das queimaduras provocadas pelo frio.
4. Doenças de Inverno:
No inverno algumas patologias se tornam mais comuns como as gripes e resfriados. A Gripe canina, é uma doença transmitida através do contato com outros animais, apesar de existir tratamento, também contamos com vacinas disponíveis para a prevenção. Consulte o veterinário e atualize todas as vacinas.
Além das doenças respiratórias, artrites e artroses tendem a causar um maior desconforto e dor aos animais nessa época fria. Se o seu animalzinho possui alguma dessas doenças, é sempre bom passar por uma revisão no veterinário, para avaliar o quadro e se há necessidade de novos medicamentos e terapeutica para trazer um pouco mais de conforto pro animal, durante o inverno.

Agora você já pode curtir o clima gostoso dessa 
estação ao lado do seu pet com responsabilidade!!!
fonte: Conteúdo Animal

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

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Animais domésticos: fumantes passivos

Fumo passivo é a inalação da fumaça expelida por um fumante. Infelizmente, animais também se tornam vítimas dos fumantes ativos, podendo adquirir os mesmos malefícios e riscos para a saúde.
“O ar poluído pela fumaça do cigarro tem três vezes mais nicotina, monóxido de carbono e até cinquenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça tragada pelo fumante ativo. Por conta desse veneno, os fumantes passivos ocupam o terceiro lugar na lista de mortes evitáveis da OMS, atrás do consumo excessivo de álcool.
As crianças são as maiores vítimas – porque sofrem com os efeitos do cigarro antes mesmo de nascer. De todos os fumantes passivos, setecentos milhões são crianças. Isso corresponde à metade das crianças do mundo” afirma Dr. Joaquim Rodrigues, pneumologista pediátrico e coordenador do Centro de Doenças Respiratórias da Pediatria do Hospital Albert Einstein.(http://www.einstein.br/espaco-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/fumantes-passivos.aspx)
Em relação aos animais, ainda não se sabe o número de vítimas. O que se sabe é que a inalação por animais dessa fumaça é mais profunda, causando maiores danos a eles, já que suas vias respiratórias são diferentes das humanas. Doenças que podem ser causadas: câncer de pulmão, câncer nasal, câncer de bexiga, asma, bronquite, câncer de pele, problemas de pele (já que a fumaça também fica impregnada no pelo do animal, sendo gatos as maiores vítimas – pois se lambem), problemas de audição, problemas cardíacos, rinite, alergias, sinusite, enfisema pulmonar.
Apenas 15% da fumaça do cigarro é inalada pelo fumante. O restante é disperso no ar, expondo animais e quem estiver ao redor a mais de quatrocentas toxinas. Essa fumaça tem mais de cinquenta substâncias causadoras de câncer, assim como monóxido de carbono. Segundo o site petplace.com,  as  raças de cães de focinho alongado correm mais o risco de desenvolver câncer nasal, enquanto animais com focinho curto (gatos também) têm mais risco de desenvolver câncer de pulmão.
Já em 2007, a Revista Saúde alertava para esse perigo:
Animal pode ser fumante passivo (por Maria Fernanda Ziegler. Revista Saúde – junho 2007)
Fumaça sob o mesmo teto. Seu animal virou amigo, é companheiro para o que der e vier, mas mantenha-o bem longe do cigarro.
Parar de fumar não está nos seus planos imediatos? Pena. Por você e por todos ao seu redor, incluindo o animal que mora na sua casa. Ele também é vítima das baforadas. Tem gente que nunca parou para pensar, mas o animal  que convive com cigarro do tutor* é um fumante passivo. E sofre com isso. “Cães e gatos ficam sujeitos a rinites, outras irritações nasais e até câncer”, alerta a professora Maria Lúcia Dagli, do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo. Você já deve ter ouvido infinitas vezes, mas não custa repetir: o tabaco contém dezenas de substâncias cancerígenas e milhares de outras toxinas.
Quem está por perto, animais incluídos, acaba inalando cerca de 85% desse mix venenoso expelido na fumaça (no complemento, outros riscos do fumo específicos para os felinos). Alguns trabalhos realizados mundo afora comprovam os efeitos nefastos em animais. No Brasil ganha destaque o estudo do veterinário Marcello Roza. Em sua dissertação para a Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, a UnB, ele relata as conclusões de uma pesquisa feita com 30 cães da raça yorkshire. Quinze deles tinham tutor fumante. E todos os integrantes desse grupo, sem exceção, apresentaram algum tipo de estrago no sistema respiratório por causa da exposição constante à nicotina, ao alcatrão e companhia.
A encrenca mais comum atende pelo nome de antracose, lesão provocada por partículas de poluentes que se instalam nos pulmões, formando pigmentos negros. O agravamento do quadro pode levar ao câncer pulmonar. E a ameaça cresce se a raça do cachorro for dotada de focinho curto, que não filtra o ar tão bem. Já para os cães que têm essa parte mais alongada, o perigo é um tumor nos seios nasais. “Como o tempo de vida do bicho é breve, a doença se desenvolve mais rapidamente nele”, lembra o veterinário.
As raças mais prejudicadas pelo fumo passivo são as de pequeno porte. É que esses animais tendem a ser mais caseiros e, portanto, ficam mais próximos do tutor e da fumaça do tutor. Não é justo com o pobre animal. Então, se você ainda não se convenceu de que o melhor mesmo é abandonar o vício e por todos os motivos que já está cansado de saber, pelo menos trate de apagar o cigarro quando seu fiel escudeiro estiver por perto.
Portanto, senão pela sua própria saúde, mas pela daquele que o ama tanto:
Por amor, pare de fumar!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

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Um belo e inspirador exemplo

Meu nome é Preto, muito prazer! Sou um autêntico vira-lata ou melhor, não tenho raça definida e tenho um pouco de todas elas ao mesmo tempo. Na verdade, sou um descendente dos lobos, no porte e na coragem. Sou determinado e agora que ganhei um uniforme mantenho a cabeça erguida, o olhar alegre. Também sou um aluno. Minha escola, minha casa. Adoro matemética. Essa é a minha aula preferida. Adoro somar. Uma porção de ração mais uma tijela de água fresca, igual a um almoço garantido. Uma refeição garantida mais uma sombra fresca, debaixo de uma árvore, igual a uma soneca gostosa. E sou bom nas divisões também: um cafuné na minha cabeça dividido por duas crianças, igual a duas crianças devidamente lambidas por mim.
Meus colegas de aula são legais e os professores já se acostumaram com minha presença dentro da sala de aula. Eles entenderam que sou cão dócil, inteligente e que ajudo a garotada. Quando toca o sinal, vamos de uma sala para a outra e eu participo até da aula de dança no auditório!
No começo algumas pessoas não gostaram da minha presença na escola. Queriam que eu fosse embora, diziam que escola não era lugar pra cachorro. Mas, como a maioria não pensava assim foi feito um plebiscito. Todos puderam votar e ganhei de lavada: 570 votos a favor e apenas 20 contra.
Assim, sou o cão aluno oficial. Adoro o barulho das crianças, a risada delas, o cheiro da merenda, dos lápis coloridos, as brincadeiras e a correria na hora do intervalo.
Quem sabe meu caso não se transforma em um bom exemplo para outras escolas? Tenho tantos irmãozinhos por aí, vivendo nas ruas, passando fome e frio… Se ganhassem uma escola como abrigo certamente cuidariam do local. Somos caninos, somos fiéis.
Cuidamos muito bem da nossa morada, dos nossos amigos. Temos ouvidos e olhos afiados. Nada nos passa despercebido. Somos os melhores amigos e também podemos ser os melhores inspetores de alunos das escolas. Conheço pelo cheiro todos os meus colegas. Sei quem faltou e se algum aluno tenta fugir entre uma aula e outra eu começo a latir alto, até que apareça um professor. Ninguém me engana, fico de olho vivo! Quero todos juntos, estudando em matilha.
Agora tenho que ir… já tocou o sinal e o professor de história não gosta de atrasos. Au, au, au…fui!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

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Viajando com seu Pet

Férias podem ser relaxante e divertida para alguns pets mas também pode ser que ele não aproveite tanto como nós. Se você esta pensando em viajar com seu pet, considere algumas coisas importantes:

• As vacinas devem estar em dia.
• Ter identificação é muito importante no caso dele (a) se perder. As tags (placas de identiificação) devem constar nome, telefone e endereço.
• Se seu pet está tomando alguma medicação, leve o suficiente para não faltar.
• Leve sempre coleira extra, guia, litter (no caso de gatos), comida e água.
• Não esqueça os brinquedos e, se possível, a cama onde dorme. Assim ele (a) se sentirá familiar no hotel ou camping.
• Traga sacolas plásticas para recolher a sujeira que ele(a) fizer.
• É muito importante ele(a) estar usando remédio preventivo contra dirofilariose (verme do coração) e pulgas.

Se o seu pet está acostumado a só ficar em casa, você deve prepará-lo para andar de carro. Dirija distancias curtas e vá aumentando a cada dia assim seu cão ou gato irá se acostumando. Existe no mercado vários remédios que podem ajudá-lo em caso de vomito, leve sempre algo com você. Gatos normalmente não tem problema em relação a viagens de carro.
Os proprietários devem sempre usar o cinto próprio para cães ou caixa de transporte. Levar cães de qualquer tamanho solto dentro do carro pode ser perigoso, o motorista pode se distrair e provocar acidentes. Cães que viajam na frente podem ser esmagados pelo airbag e podem morrer ou sofrerem ferimentos sérios.
Se você viaja com seu gato mantenha-o sempre dentro das caixas de transporte. Normalmente gatos não toleram andar de carro e quando estão dentro das caixas de transportes se sentem mais confortáveis além de mais seguro.
Quando você parar o carro nas áreas de descanso sempre tire seu cão do carro com a coleira e com a guia. Não esqueça de limpar a sujeira antes de ir embora. Nunca deixe seu gato livre nessas áreas de descanso. Se você precisar tira-lo da caixa mantenha-o sempre na coleira. Gatos costumam correr e ficará muito difícil pegá-los. Além disso eles podem correr o risco de serem atropelados.
Quando você for viajar com eles de avião é muito importante planejar bem a viagem e verificar com a companhia aérea quais são os procedimentos. Se for viajar fora do pais onde reside verifique junto aos consulados quais são os procedimentos corretos. Esses procedimentos mudam de pais para pais.
Tenham uma boa viagem , aproveitem e não esqueçam de planejar tudo com muito cuidado antes de levar seu pet com você. E, se você deixar o seu pet para atrás não esqueça que ele é um membro da sua família por isso, deixe-o sempre com alguém responsável ou em algum hotel com boas referencias.


Fonte: Lucia Helena Salvetti De Cicco



quarta-feira, 16 de junho de 2010

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SE UM CACHORRO FOSSE SEU PROFESSOR

Se um cachorro fosse o seu professor, você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear..
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias..

Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquido e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada. Se alimente com gosto e entusiasmo. Coma só o suficiente.
Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é. E o MAIS importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar. A amizade verdadeira não aceita imitações!!!
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